sábado, 4 de agosto de 2007

Caixa d´água


Se não fosse através da água, bebendo-a, hidratando-nos, como chegaríamos ao estado são da matéria? E de que maneira, coabitaríamos no planeta azul?Tantos são os questionamentos, algumas são as soluções apresentadas, mas o que é realmente prático e funcional? Quem de nós vai alardear o mundo com a mesma cólera das grandes guerras, para dar fim e iniciar o começo a algo realmente produtivo e benéfico a todos?

Sacrifício! Palavra que seria valorada e bem empregada pelo Cristo, crucificado por toda a população do planeta. Àquele, que permitiu manter o seu próprio destino a um propósito maior: COMPAIXÃO! Não somente à minoria, nem tampouco, à elite; mas à vida global. Todo seu sangue derramado à maioria que se faz hoje, individualista, hipócrita e fria. Onde guardamos o nosso amor, dosado de bom senso, compaixão e fé? Onde e de onde tiraremos a fonte da vida física e emocional, água e amor, respectivamente?

Deixando à parte o lado ecumênico dos fatos e dos seus personagens, Jesus representou muito mais do que uma figura meramente ilustrativa da História, ele sacrificou a sua existência para um bem maior: as nossas vidas sãs e livres, competidas desde ao escritor que vos disserta o texto disposto até ao menor insignificante dos indíviduos deste globo. Algo que ultrapassa os limites de tudo e as fronteiras dos povos; independentes, embora interligados. Igrejas por si só, unidas e distintas, ora pela confirmação ora pela abnegação de suas existências, mesmo sem templos ou recintos sagrados.

A divindade das coisas, e, principalmente, dos homens, faz-se presente nas ações à qualquer princípio de pré-existência. Somos, literalmente, o que fazemos, ou seja, as nossas escolhas, cabe a nós escolhermos aquilo que é certo e justo, e que nos faça grandes. Não pela própria grandeza dos atos cometidos, mas pela natureza à conseqüência deles. Saibamos equlibrar nossas ações para evitar reflexos negativos dessas, para gerirmos bem a nossa casa, a Terra, com zelo e responsabilidade; pois é certo que estamos numa teia de interdependência mútua de um com o outro, portanto, para o outro.

Evitar o desperdício, poupar energias para algo de grande valor se faz irrigando nossas mentes pensantes. É preciso unirmos forças com bom senso para tentarmos salvar o que ainda nos resta, produzir o que nos falta e planejar o que possa estar por vir. A água é o sangue do mundo; os verdes, os pulmões; os céus, o cérebro. E para completar isso, só basta amor para solidificar o fortalecimento dessa criação, eis o coração.

Quem sai enriquecida com todo processo prosposto, claro!, é a vida! Depende de cada um, ser mero espectador ou protagonista da própria vida, mas devemos ser agentes com toda avidez para sobrevivermos a uma vida em conjunto. Unidos e fortalecidos! Fazemos parte disso!